quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Novo lote de restituições liberado até próxima semana.

Daniel Lima, da AGÊNCIA BRASIL

Isenção parcial do Imposto de Renda sobre a aposentadoria
Penúltimo lote de restituição: dinheiro estará disponível na rede bancária no próximo dia 17
Brasília - A Receita Federal divulga, até o início da próxima semana, a consulta ao penúltimo lote regular de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física 2014.
Técnicos da Receita aguardam apenas a autorização da cúpula do Fisco para liberar a lista, que pode ser divulgada a qualquer momento. O dinheiro estará disponível na rede bancária no próximo dia 17.
Depois desse lote, o contribuinte que espera a liberação da restituição terá a última chance em dezembro, quando sairá o último lote.
O CPF dos beneficiados será disponibilizado na página da Receita na internet. A consulta também poderá ser feita pelo telefone 146 ou por meio de tablets e smartphones com os sistemas iOS (Apple) ou Android. Para corrigir divergências na declaração, a sugestão é que o contribuinte acesse o Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC) e, assim, evite ficar retido na malha fina. Às vezes, a digitação de um número incorreto ou letras a mais em qualquer um dos dados constantes na declaração cria problemas para o contribuinte. Todos os anos, a Receita libera sete lotes regulares de restituições. O primeiro em junho e o último em dezembro. Nos meses seguintes, à medida que as declarações em malha são corrigidas, são liberados lotes residuais.
Pelas normas da Receita, a restituição fica disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, usando o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001, nas capitais e 0800-729-0001 nas demais localidades. O número 0800-729-0088 é disponibilizado especialmente para pessoas com deficiência auditiva. Nesse contato, o contribuinte pede o agendamento do crédito em conta-corrente ou em poupança, em seu nome, em qualquer banco.

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/novo-lote-de-restituicoes-liberado-ate-proxima-semana

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Inadimplência das empresas tem alta de 13,4% em setembro.
 
É a maior alta na comparação anual desde outubro de 2012.
No acumulado de janeiro a setembro, o indicador subiu 7,4%.
 
Do G1, em São Paulo

O índice de inadimplência das empresas registrou crescimento de 13,4% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano anterior, de acordo com a Serasa Experian. É a maior alta na comparação anual desde outubro de 2012, quando o índice apresentou alta de 13,8%. No acumulado de janeiro a setembro, o indicador subiu 7,4%. Já em setembro em relação a agosto, houve queda de 0,5%.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o fraco desempenho da atividade econômica, prejudicando a geração de caixa das empresas, e a elevação dos custos têm favorecido a elevação da inadimplência por parte das empresas ao longo de 2014.


Fraco desempenho da atividade econômica, prejudicando a geração de caixa das empresas, e a elevação dos custos têm favorecido a elevação da inadimplência por parte das empresas, dizem economistas da Serasa

Os cheques sem fundos foram os principais responsáveis pela queda do indicador em setembro, com variação negativa de 11,9%. As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) também tiveram ligeiro declínio de 0,2%. A inadimplência com os bancos não contribuiu para o resultado do índice no mês. Já os títulos protestados registraram alta de 6,8% e contribuíram para que o indicador não caísse ainda mais em setembro.

O valor médio dos cheques sem fundos caiu 6,2% no acumulado de janeiro a setembro. O valor médio das dívidas com os bancos também apresentou declínio de 2,7%. Já o valor dos títulos protestados e das dívidas não bancárias registrou alta de 9,8% e 7,3%, respectivamente.


http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/10/inadimplencia-das-empresas-tem-alta-de-134-em-setembro.html

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Bradesco tem lucro líquido de R$3,875 bi no 3º trimestre.

Fachada do Banco Bradesco
Bradesco: em bases recorrentes, o lucro do segundo maior banco privado do país foi de 3,95 bilhões de reais entre julho e setembro
Aluísio Alves, da REUTERS

São Paulo - O Bradesco anunciou nesta quinta-feira que teve lucro líquido de 3,875 bilhões de reais no terceiro trimestre, um aumento de 26,5 por cento em relação a igual período de 2013. Em bases recorrentes, o lucro do segundo maior banco privado do país foi de 3,95 bilhões de reais entre julho e setembro, avanço de 28,2 por cento na comparação anual.
A previsão média de sete analistas consultados pela Reuters apontava lucro recorrente de 3,849 bilhões de reais. [L1N0SM1XD] O lucro foi parcialmente afetado pelo efeito contábil negativo de 598 milhões de reais após o colapso do português Banco Espírito Santo, no qual o Bradesco tinha 3,9 por cento do capital.
A estoque de financiamentos do banco no final de setembro era de 444,195 bilhões de reais, avanço de 7,7 por cento em 12 meses. O banco revisou a previsão de crescimento da carteira de crédito em 2014, de 10 a 14 por cento para a de 7 a 11 por cento. O índice de inadimplência acima de 90 dias da instituição foi de 3,6 por cento no trimestre, ante 3,5 por cento no fim de junho e 3,6 por cento em setembro de 2013.
As despesas do grupo com provisões para perdas com inadimplência somaram 3,348 bilhões de reais entre julho e setembro, avanço de 16,2 por cento ante igual etapa do ano passado.
As receitas com tarifas e serviços atingiram 5,639 bilhões de reais, após terem crescido 13,3 por cento ano a ano.  A rentabilidade sobre patrimônio líquido (ROE), que mede como os bancos remuneram o capital de seus acionistas, foi de 20,4 por cento, ante 18,4 por cento no terceiro quarto de 2013.


http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/bradesco-tem-lucro-liquido-de-r-3-875-bi-no-3o-trimestre

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Dólar tem maior alta em 3 anos após reeleição de Dilma.

Bruno Federowski, da REUTERS

Nota de dólar
Nota de dólar: moeda subiu 2,68%, a R$ 2,5229 na venda
 
São Paulo - O dólar disparou mais de 2,5 por cento nesta segunda-feira, maior avanço em quase três anos, após a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) deixar os investidores apreensivos com o futuro da política econômica do país.
A moeda norte-americana subiu 2,68 por cento, a 2,5229 reais na venda e, na máxima do dia, chegou a avançar 4,21 por cento, a 2,5605 reais. Foi a maior alta diária no fechamento desde 23 de novembro de 2011, quando subiu 2,94 por cento, com a moeda renovando a máxima de fechamento desde meados de 2005. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de 1,6 bilhão de dólares.
Na sexta-feira, a divisa norte-americana havia caído 2,26 por cento em meio a rumores de que o desempenho nas urnas do candidato Aécio Neves (PSDB), derrotado por Dilma no domingo, poderia ser melhor. "O mercado está operando no escuro", afirmou o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira. "Nós sabemos quem é a presidente, mas agora queremos saber quem é o ministro da Fazenda e como de fato vai ser esse próximo governo. Só aí vai dar para saber onde o dólar vai se acomodar". Dilma, cuja política econômica é alvo de críticas nos mercados financeiros, foi reeleita no domingo. Apesar de a presidente ter acenado com o diálogo, investidores mostravam-se céticos. Segundo analistas, os mercados financeiros devem continuar voláteis até que ela dê sinais concretos de que está disposta a mudar a política econômica. Em seu discurso após a reeleição na noite passada, a presidente disse que faria "ações locais, em especial na economia, para retomar o nosso ritmo de crescimento".
De acordo com analistas, o mercado já havia parcialmente precificado a vitória de Dilma ao levar o dólar da casa de 2,20 a 2,50 reais de setembro para cá, e que a divisa deve continuar por volta de 2,55 reais até que fique mais claro como será o próximo governo. Alguns, no entanto, eram bem mais pessimistas e chegaram a acreditar que a moeda norte-americana pode ir a 2,70 reais no curto prazo. "Tipicamente, o mercado precifica o risco eleitoral bem antes das eleições", escreveu em relatório o estrategista para mercados emergentes do Citi, Dirk Willer.
 
Equipe 
Uma outra questão que os mercados vão querer ver resolvida é a formação da nova equipe econômica. Segundo publicou a Reuters na véspera, Dilma quer manter Alexandre Tombini à frente do Banco Central e deve convidar o empresário Josué Gomes para assumir o Ministério do Desenvolvimento. 
No ministério da Fazenda, os nomes que ela trabalha são do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e do ex-secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa. 
Operadores consultados pela Reuters preferem Barbosa a Mercadante e querem saber, também, se o atual secretário do Tesouro, Arno Augustin, será substituído. "Se houver um ministro menos favorável ao mercado, o real vai se desvalorizar ainda mais. E se o ministro agradar o mercado, o câmbio pode se acomodar", afirmou o operador de câmbio de um importante banco nacional. Especialistas apontavam ainda, agora com a reeleição de Dilma, que o Banco Central deve continuar em 2015 com o programa de intervenção no câmbio, iniciado em agosto do ano passado. E isso certamente será importante na cotação do dólar. Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, pelas atuações diárias. Foram vendidos 3,1 mil contratos para 1º de junho e 900 contratos para 1º de setembro de 2015, com volume equivalente a 197,2 milhões de dólares. O BC também vendeu a oferta total de até 8 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 3 de novembro. Ao todo, a autoridade monetária já rolou cerca de 85 por cento do lote total, equivalente a 8,84 bilhões de dólares. Analistas lembram ainda que a perspectiva é que, no futuro, o dólar volte a ser pressionado, dessa vez pelo cenário externo. A perspectiva de alta dos juros nos Estados Unidos no próximo ano tem preocupado investidores, que temem que recursos atualmente aplicados em mercados como o Brasil migrem para a maior economia do mundo. Texto atualizado com mais informações às 17h32min do mesmo dia.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/dolar-sobe-2-68-sobre-o-real-maior-alta-em-3-anos-apos-reeleicao-de-dilma

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Busca de empresas por crédito dispara 19,1% em setembro, aponta Serasa.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, a procura corporativa por crédito cresceu 4,3% em comparação ao ano anterior.

Reuters
Busca de empresas por crédito dispara 19,1% em setembro, aponta Serasa
Busca de empresas por crédito dispara 19,1% em setembro, aponta Serasa
Foto: Daniela Teixeira/Estadão Conteúdo

SÃO PAULO - A procura das empresas brasileiras por crédito em setembro disparou 19,1% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, e subiu 6,6% ante agosto deste ano, informou nesta segunda-feira a Serasa Experian.
No acumulado dos nove primeiros meses do ano, a procura corporativa por crédito cresceu 4,3%em comparação ao ano anterior. Segundo economistas da Serasa, os fatores responsáveis pela alta na procura por crédito foram "a maior quantidade de dias úteis em setembro deste ano (em relação ao ano passado), sazonalizade mais forte pela necessidade de formação de estoque para o Dia das Crianças e medidas de estímulo ao crédito, anunciadas pelo Banco Central ao fim de agosto". No detalhamento por porte, a busca por crédito foi novamente maior entre micro e pequenas empresas, com avanço de 20,9% em setembro deste ano ante setembro de 2013. O crescimento foi de 0,8% entre as grandes empresas, sendo que as empresas médias registraram declínio de 5,5% na mesma base de comparação.

http://www.dci.com.br/economia/busca-de-empresas-por-credito-dispara-19%2c1-em-setembro-id421912.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Economistas veem PIB crescendo 0,27% neste ano.

Da Reuters

Notas de real
Notas de real: economia brasileira é um tema de destaque na disputa presidencial entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB)
São Paulo - Economistas de instituições financeiras fizeram poucas alterações em suas projeções sobre a economia brasileira, voltando a reduzir ligeiramente a perspectiva de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, segundo a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.
Com a atividade dando sinais recorrentes de fragilidade, os analistas consultados veem o PIB crescendo 0,27 por cento em 2014, contra 0,28 por cento na semana anterior, quando haviam interrompido 19 semanas seguidas de queda nas contas. Para 2015, a projeção de expansão foi mantida em 1,0 por cento.
A economia brasileira é um tema de destaque na disputa presidencial entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). Depois de o país ter entrado em recessão técnica no primeiro semestre e em meio ao cenário de inflação elevada, os eleitores irão às urnas neste domingo para o segundo turno da eleição presidencial.
Em relação à alta do IPCA, a perspectiva para este ano permaneceu em 6,45 e para 2015, em 6,30 por cento, mostrou ainda o Focus. A meta do governo é de 4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos.
Depois de o IPCA ter chegado em 12 meses a 6,75 por cento em setembro, o mercado aguarda agora a divulgação na terça-feira dos números de outubro do IPCA-15.
Os analistas consultados também mantiveram as projeções para a Selic a 11 por cento neste ano e a 11,88 por cento em 2015.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/economistas-veem-pib-crescendo-0-27-neste-ano

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Embraer produz 1ª peça de nova geração de aeronaves.

Luciana Collet, do Estadão Conteúdo
E190-E2
E190-E2, da Embraer: a primeira entrega de uma aeronave da nova família, o E190-E2, está prevista para o primeiro semestre de 2018
São Paulo - A Embraer anunciou que realizou nesta sexta-feira, na sua unidade em Évora, Portugal, a produção da primeira peça da sua nova geração de aeronaves comerciais, os E-Jets E2. A peça é destinada ao primeiro protótipo do jato E190-E2, cujo primeiro voo está programado para 2016.
"A produção desta primeira peça, no prazo estipulado, é um marco importante em todos os programas de aviação, pois representa a transição entre o projeto e o início da fabricação dos aviões", disse o presidente da Embraer Aviação Comercial, Paulo Cesar Silva, por meio de nota.
A peça faz parte do conjunto do caixão central da asa (wing stub), sendo uma caverna de pressão entre o stub e a fuselagem. A caverna de pressão dianteira é feita de alumínio aeronáutico e foi fabricada em um dos centros de usinagem de alta velocidade da fábrica de estruturas metálicas em Évora e seguirá para a montagem do conjunto no Brasil.
"Ainda há um longo caminho a percorrer até a entrada em serviço, mas não temos dúvida de que entregaremos ao mercado a aeronave mais eficiente, moderna e robusta do segmento", acrescentou Silva.
A Embraer anunciou a escolha de Évora para abrigar as fábricas Embraer Compósitos e Embraer Metálicas em 2008. As unidades foram inauguradas em setembro de 2012. A montagem final dos jatos E2 e o processo de entrega aos clientes serão realizados na sede da Embraer em São José dos Campos (SP), nas mesmas instalações utilizadas para a fabricação da atual geração de E-Jets.
A primeira entrega de uma aeronave da nova família, o E190-E2, está prevista para o primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020.


http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/embraer-produz-1a-peca-de-nova-geracao-de-aeronaves