quarta-feira, 30 de abril de 2014

O perfil do empreendedor digital brasileiro.
Pesquisa mostra que os empreendedores se concentram nas regiões Sudeste e Sul e são, em sua maioria, homens com idade entre 25 e 40 anos. 

Camila Lam, de EXAME.com

Apuração: Camila Lam
Design: Juliana Pimenta
Fonte: e.Bricks Digital e Consumoteca

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/o-perfil-do-empreendedor-digital-brasileiro

terça-feira, 29 de abril de 2014

O mercado de franquias no Nordeste.
Apesar de muito populosa, a região ainda não foi totalmente explorada por redes de franquias e tem boas oportunidades para empreendedores.

Priscila Zuini, de EXAME.com



Apuração: Priscila Zuini
Design: Juliana Pimenta
Fonte: ABF, ABRASCE, e IPC Marketing
Análise: Inteligência de Mercado Grupo Bittencourt

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/o-mercado-de-franquias-no-nordeste

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O sobe e desce da inflação brasileira até março. 
IPCA foi o maior para março desde 2003 e levou o acumulado de 12 meses para 6,15%, próximo do teto da meta. 

João Pedro Caleiro, de EXAME.com


http://exame.abril.com.br/economia/noticias/o-sobe-e-desce-da-inflacao-brasileira-ate-marco

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Receita do Facebook salta 72% no 1º trimestre. 
Publicidade em dispositivos móveis ajudou empresa a faturar US$ 2,5 bilhões entre janeiro e março de 2014.

Por Agências | 23 de abril de 2014

Publicidade móvel impulsionou aumento na receita do Facebook.
FOTO: Reuters
SÃO FRANCISCO – O negócio de publicidade móvel do Facebook continuou a acelerar nos três primeiros meses do ano, ajudando a rede social a superar a receita trimestral prevista por Wall Street.

O Facebook disse nesta quarta-feira que os anúncios móveis representaram 59% de sua receita publicitária no primeiro trimestre, alta ante os 30% no mesmo período do ano passado.

A receita total do Facebook cresceu 72% na comparação anual, para US$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre, acima dos US$ 2,36 bilhões esperados por analistas consultados pela Thomson Reuters I/B/E/S.

O Facebook também anunciou que o vice-presidente financeiro David Ebersman está renunciando ao cargo. Ebersman, que permanecerá na empresa até setembro, será substituído por David Wehner, vice-presidente de Finanças Corporativas e Planejamento de Negócios.

A maior rede social do mundo divulgou que seu número total de usuários mensais ativos atingiu 1,28 bilhão em 31 de março, com 1,01 bilhão desses usuários acessando seu serviço em dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

A empresa disse que teve lucro líquido de US$ 642 milhões no trimestre, ou US$ 0,25 por ação, ante US$ 219 milhões, ou US$ 0,09 por ação, em igual período de 2013. Excluindo certos itens, o Facebook afirmou ter tido lucro de US$ 0,34 por ação no primeiro trimestre. REUTERS

http://blogs.estadao.com.br/link/receita-do-facebook-salta-72-no-1o-trimestre/

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Pague Menos acelera abertura de lojas e planeja IPO.

Com a abertura do capital, o objetivo é levantar R$ 1 bilhão, que deverá ser destinado à expansão de lojas e ao projeto de internacionalização da rede.

Mônica Scaramuzzo, do ESTADÃO Conteúdo

Francisco Deusmar Queirós, dono da rede de farmácias Pague Menos: segundo ele, poderá ser aberto de 25% a 33% do capital da rede varejista de farmácia na BM&FBovespa


São Paulo -
Assediada por fundos de investimentos, a rede de Farmácias Pague Menos, com sede em Fortaleza, planeja abrir 90 lojas este ano, com investimento estimado em R$ 100 milhões.

"Temos recebido propostas de fundos, mas a Pague Menos está se preparando para abrir o capital a partir de 2015, se o cenário estiver favorável", afirmou Deusmar Queirós, fundador e presidente da rede de farmácias, ao jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo o empresário, a rede contratou os bancos Credit Suisse, Itaú e Banco do Brasil para abrir o capital em 2012, mas desistiu de ir à Bolsa na época. "O mercado se retraiu e ficamos de fora. No ano que vem, os mesmos bancos vão me assessorar nessa operação", disse.
Queirós afirmou que poderá abrir de 25% a 33% do capital da rede varejista de farmácia na BM&FBovespa. Ele pretende levantar R$ 1 bilhão, que deverá ser destinado à expansão de lojas e ao projeto de internacionalização da rede. "Temos planos de abrir lojas nos Estados Unidos, mas não para agora. Pensamos entre 2016 e 2017."
Fontes do mercado financeiro confirmam o apetite de fundos de private equity pela Pague Menos e também pela mineira Araújo. "Todos olham, fazem proposta, mas os controladores não sinalizam vender", disse uma fonte.
Queirós não ignora o assédio e não descarta vender uma pequena fatia para fundos. "Neste momento, não estou conversando com ninguém. Me interessa mesmo é abrir o capital."
O empresário, que fundou a Pague Menos em 1981, é entusiasta do modelo americano de farmácias, que funciona como uma espécie de loja de conveniência. Seu modelo de lojas do Nordeste copia esse conceito de vender de tudo um pouco.

Receita
Com faturamento bruto de R$ 3,72 bilhões em 2013, crescimento de 14,5% sobre o ano anterior, a rede Pague Menos é a segunda maior do País em número de lojas, segundo o ranking da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que reúne as 29 maiores redes de varejo farmacêutico no Brasil.
O Ebidta (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) teve alta de 6,3% sobre o ano anterior, em R$ 262,6 milhões, segundo dados da empresa. O tíquete médio aumentou 5%, passando de R$ 40,55 para R$ 42,51. No ano passado, a rede abriu 68 pontos de venda, totalizando 648 farmácias. "Estamos geograficamente no País todo, cobrindo 260 municípios", disse Queirós.
Neste mês, a empresa inaugura seu terceiro centro de distribuição, na região metropolitana de Goiânia, com investimento de R$ 60 milhões. “Esse CD vai ser responsável pela distribuição dos produtos da rede para o Centro Oeste, Sul e Sudeste do País. Temos um centro em Pernambuco e outro no Ceará, responsável pelo Nordeste.”
Queirós está otimista com 2014, apesar do cenário de crescimento magro previsto para este ano. "Deveremos vender menos durante a Copa, mas acredito na expansão do consumo", disse.
O presidente da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, tem uma previsão mais conservadora. Segundo ele, as vendas das redes deverão repetir, na melhor das hipóteses, o resultado de 2013, quando a receita das associadas à Abrafarma atingiu R$ 28,7 bilhões.
Segundo ele, o varejo farmacêutico seguirá movimento de consolidação e atraindo interesse de capital estrangeiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/pague-menos-acelera-abertura-de-lojas-e-planeja-ipo-2?page=1

terça-feira, 22 de abril de 2014

Cresce venda de e-books no Brasil.

Os e-books devem chegar a 2,5% do total do faturamento do segmento no mercado editorial brasileiro em projeção para 2013.

Guilherme Sobota, do ESTADÃO Conteúdo

E-book em um iPad da Apple: a estimativa é de que a Amazon já ocupe 30% do mercado brasileiro, junto com a Apple, também com 30%
São Paulo - A curva de crescimento das vendas de e-books no Brasil, no primeiro ano de atuação dos grandes players internacionais (Amazon, Apple, Google, Kobo), é maior do que a curva de crescimento no mercado dos Estados Unidos na mesma situação.

Lá, em 2008, ano seguinte ao ingresso do Kindle no mercado, a venda de e-books representava 1,17% do total do mercado editorial no segmento "trade" (obras gerais, que não incluem didáticos, religiosos ou técnicos).
Em uma projeção para 2013 - dados oficiais devem ser divulgados em agosto, alguns dias antes da Bienal Internacional do Livro em São Paulo - os e-books devem chegar a 2,5% do total do faturamento do segmento no mercado editorial brasileiro.
A projeção é da edição mais recente do Global E-book Report, relatório publicado periodicamente pela empresa de consultoria alemã Rüdiger Wischenbart (RW).
O CEO do site especializado no mercado editorial Publish News, Carlo Carrenho, autor do capítulo do relatório que trata do Brasil, sinaliza na direção de um 2014 otimista para o mercado de livros digitais no País.
"A estimativa é de que a Amazon já ocupe 30% do mercado brasileiro, junto com a Apple, também com 30%", projeta Carrenho. "Google e Saraiva dividem a segunda posição com 15%, em seguida vem a Kobo, com 5% e outros players menores, também com 5%."
Uma das explicações para essa divisão - não tão comum nos outros mercados, especialmente no americano e europeu - é a alta difusão de tablets e smartphones no Brasil nos últimos meses: de acordo com dados da IDC, 7,9 milhões de tablets e 35 milhões de smartphones foram vendidos no Brasil em 2013.

A questão é que a Amazon vai começar, nos próximos meses, a vender livros físicos e outros bens materiais pelo site. Desde fevereiro de 2014, a empresa utiliza um esquema de logística próprio para importar os Kindles. Agora, já com contratos assinados com as principais editoras do País, a operação física da Amazon deve preocupar especialmente as livrarias mais tradicionais, de acordo com Carrenho.

"As vendas de livros físicos devem ajudar muito a venda de livros digitais da Amazon, mas também deve causar problemas para as livrarias tradicionais", afirma.
Outro fator que deve jogar os números de vendas de livros digitais para cima nos próximos meses é a previsão de aprovação das modificações na Lei 10.753/2010, que institui a Política Nacional do Livro. Uma das propostas é incluir "equipamentos cuja função exclusiva ou primordial seja a leitura de textos em formato digital" na lista de isenções da Lei, que isenta livros físicos.
Se essa modificação for aprovada, o preço dos leitores digitais (E-readers) deve cair vertiginosamente, porque os impostos que incidem sobre importações de aparelhos eletrônicos podem chegar a 60% do valor total, de acordo com o relatório da RW. Outro bom sinal para o mercado.
O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2015, que prevê a aquisição de mais de 80 milhões de livros, também incluiu obras digitais na sua seleção.
Conforme o relatório da RW, essa e outras compras do governo somam mais de 25% da receita dos editores. Sem dúvida, uma boa previsão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/cresce-venda-de-e-books-no-brasil?page=2

Aplicativos de táxi já fazem marketing como gente grande.

Apps se uniram a empresas para oferecer mimos, como desconto nas corridas e ingressos para os jogos da Copa, e tentar fidelizar passageiros e taxistas

Marina Gazzoni, do ESTADÃO Conteúdo

Easy Taxi no smartphone: app firmou parceria com banco Santander em novembro de 2013
São Paulo - Quem anda de táxi em grandes cidades brasileiras assistiu a uma transformação no mercado nacional com o lançamento de aplicativos nos últimos três anos. Eles chegaram com a promessa de encontrar um carro rapidamente para os passageiros que pedissem a corrida pelo aplicativo. 
Agora os "apps" se uniram a empresas para oferecer mimos, como desconto nas corridas e ingressos para os jogos da Copa, e tentar fidelizar passageiros e taxistas.
O que as empresas de tecnologia querem com essas inovações é abocanhar uma fatia maior do mercado de táxi no País - que movimenta R$ 17 bilhões ao ano, segundo estimativas de mercado.
A primeira grande parceria fechada no Brasil foi entre o aplicativo Easy Taxi e o banco Santander, em novembro passado. O banco paga metade das corridas dos clientes de São Paulo entre 20h e 6h, desde que o pagamento seja feito com o cartão do banco cadastrado no aplicativo. A promoção vai na mesma linha do subsídio que os bancos dão para ingressos de cinema e concessão de milhas.
Os taxistas de São Paulo já tratam como certa uma reação do Itaú em parceria similar com o 99 Táxis, o principal concorrente da Easy Taxi, segundo disseram ao Estado cerca de dez motoristas. Procurado, o banco não comentou. O presidente da 99 Taxis, Paulo Veras, confirma que a empresa mantém negociações para parcerias do tipo com bancos, mas não revelou qual a instituição.
A Visa seguiu no mesmo caminho e vai sortear ingressos para jogos da Copa aos clientes que pagarem suas corridas do Easy Taxi com cartões de sua bandeira. "A promoção é uma forma de mostrar ao consumidor de que ele pode pagar o táxi com cartão. Esse segmento ainda é dominado pelos pagamentos em dinheiro", disse Renato Rocha, diretor da Visa.
Os bancos e a indústria de cartões não foram os únicos a apostar em ações de marketing com aplicativos de táxi. A Flores Online distribuiu flores para as passageiras no Dia da Mulher. E a Johnnie Walker relançou uma campanha em prol da lei seca, incentivando o uso do táxi nos fins de semana. Desde o último dia 10 até o fim de junho, a marca de uísque vai pagar até R$ 40 da conta do táxi dos clientes que usarem o Easy Taxi entre quinta e sábado, das 20h às 4h em quatro cidades.
"Temos uma equipe focada em definir parcerias. O aplicativo reúne uma base forte de passageiros e taxistas e muitas empresas querem falar com esse público", disse Tallis Gomes, presidente da Easy Taxi.
 
Motoristas
Como já existem vários aplicativos de táxi, outro desafio é fidelizar os motoristas. Foi por isso que o sistema de cobrança de tarifas dos taxistas pelo uso do aplicativo não deu certo no Brasil. A Easy Taxi, por exemplo, que cobra taxas de taxistas no exterior, tentou impor R$ 2 por corrida e teve de desistir, já que outros aplicativos não cobravam a tarifa e os taxistas davam prioridade para corridas dos concorrentes.
Além de vender seu espaço para promoções, os apps de táxi têm mais duas grandes apostas: o aplicativo para clientes corporativos e a cobrança de tarifas sobre pagamentos móveis.
O 99 Taxis e o Easy Taxi lançaram o aplicativo para empresas no início de março. Já a Wappa, que oferece pagamento de corridas via SMS, que substitui boletos de táxi desde 2005, também lançou o seu aplicativo para não perder o terreno já conquistado. "Todo mundo está olhando o mercado de aplicativo de táxi para empresas. É difícil monetizar o produto para o consumidor", disse Armindo Mota Junior, presidente da Wappa. A empresa faturou R$ 60 milhões em 2013 e tem 1.000 empresas cadastradas e uma frota de 25 mil táxis que aceitam a solução.
Outra aposta é no serviço de pagamento móvel, no qual o cliente paga o táxi pelo próprio celular usando um cartão pré-cadastrado ou serviços de pagamento online, como o Paypal. Em troca, os aplicativos ganham uma comissão pelas transações, uma lógica similar às das "maquininhas" usadas pelo varejo físico para pagamentos com cartão. 

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/aplicativos-de-taxi-se-unem-a-marcas