segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Economistas elevam projeção de IPCA a 6,45% em 2014, próximo do teto da meta.

Em relação ao PIB, boletim Focus interrompe sequência de reduções e projeta alta de 0,28%

Reuters
Focus: economistas elevam projeção de IPCA a 6,45% em 2014, perto do teto da meta
Focus: economistas elevam projeção de IPCA a 6,45% em 2014, perto do teto da meta
Foto: Frederico Cardoso/Dreamstime

SÃO PAULO - Economistas de instituições financeiras elevaram a projeção de alta do IPCA neste ano a 6,45 por cento, ante 6,32 por cento, aproximando-se muito do teto da meta do governo, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira. Para 2015, a estimativa sobre o indicador oficial de inflação permaneceu em 6,30 por cento. A meta é de 4,5 por cento, com margem de dois pontos percentuais para mais ou menos. Sobre a Selic, foi mantida a visão de que encerrará este ano em 11 por cento e o próximo a 11,88 por cento, na mediana das projeções. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), os economistas interromperam a sequência de 19 semanas seguidas de queda e elevaram a perspectiva de crescimento em 2014 a 0,28 por cento, contra 0,24 por cento anteriormente. Para 2015, a projeção permaneceu em 1,0 por cento.
(Por Camila Moreira)

http://www.dci.com.br/economia/economistas-elevam-projecao-de-ipca-a-6,45-em-2014-id420751.html

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

IPC-Fipe sobe 0,32% na 1ª quadrissemana de outubro.
 

Em setembro, índice que mede inflação na cidade de São Paulo havia avançado 0,21%

Estadão Conteúdo

IPC-Fipe, que mede inflação na cidade de São Paulo, sobe 0,32% na 1ª quadrissemana de outubro
IPC-Fipe, que mede inflação na cidade de São Paulo, sobe 0,32% na 1ª quadrissemana de outubro
Foto: Lazyllama/Dreamstime

SÃO PAULO - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação da cidade de São Paulo, registrou alta de 0,32% na primeira quadrissemana de outubro. Em setembro, o IPC havia apresentado avanço de 0,21%.
O resultado apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ficou dentro do intervalo das estimativas de 12 instituições do mercado financeiro consultadas pelo AE Projeções, que iam de +0,23% a +0,34%, e acima da mediana de 0,28%. Na comparação com a primeira quadrissemana de setembro, o IPC também registrou aceleração. Naquela leitura, o índice tinha apresentado avanço de 0,24%.
Os preços no grupo de Alimentação tiveram a maior inflação da primeira quadrissemana deste mês, de 1,11%, acelerando a alta em relação a leitura anterior, de 0,72% em setembro. Outras cinco das sete categorias acompanhadas pelo indicador registraram inflação no período. Os preços em Saúde subiram 0,41%, ante alta de 0,47% em setembro, e em Vestuário avançaram 0,38%, acima dos 0,22% da medição anterior.
O grupo de Despesas Pessoais apresentou alta de 0,36%, de 0,29% em setembro, e Educação, teve inflação de 0,17%, ante 0,10% no período anterior. Transportes registrou avanço de 0,09% nos preços, desacelerando o ritmo em relação a alta de 0,13% auferida na leitura do mês passado. Apenas uma categoria teve deflação no período. Habitação registrou recuo de 0,18%, ante -0,22% da medição anterior.

http://www.dci.com.br/economia/ipcfipe-sobe-0,32-na-1%C2%AA-quadrissemana-de-outubro-id420235.html

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Dólar cai mais de 3% ante real e volta a R$ 2,38 após 1º turno.

Banco Central dará continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio.

Reuters

 Dólar caía mais de 3% ante o real no início dos negócios desta segunda-feira, voltando ao patamar de R$ 2,38

SÃO PAULO - O dólar caía mais de 3 por cento ante o real no início dos negócios desta segunda-feira, voltando ao patamar de 2,38 reais, após o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, garantir uma vaga no segundo turno das eleições com surpreendente arrancada final, aproximando-se da atual presidente Dilma Rousseff (PT) como nunca visto antes. Às 9h07, a moeda norte-americana recuava 3,19 por cento, a 2,3832 reais na venda, após chegar a ser negociado acima de 2,50 reais no intradia na semana passada. O contrato do dólar futuro para novembro caía 2,85 por cento, a 2,4040 reais. Nesta manhã, o Banco Central dará continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio, com oferta de até 4 mil swaps com vencimentos em 1º de junho e 1º de setembro de 2015. A operação ocorrerá entre 9h30 e 9h40 e o resultado será conhecido a partir das 9h50. O BC também fará nesta sessão mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 3 de novembro, que equivalem a 8,84 bilhões de dólares, com oferta de até 8 mil contratos. Até agora, a autoridade monetária já rolou cerca de 13 por cento do lote total.
(Por Bruno Federowski)

http://www.dci.com.br/financas/dolar-cai-mais-de-3-e-volta-a-r$-2,38-apos-1%C2%BA-turno-id419480.html

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Economistas elevam projeção para Selic em 2015 a 11,88%.

Projeção em 2015 foi elevada pela segunda vez seguida para 11,88% na mediana das estimativas, contra 11,38%, de acordo com a pesquisa Focus

Camila Moreira, da REUTERS

Dinheiro: notas de real
Economia: economistas consultados elevaram a estimativa de alta do IPCA neste ano a 6,32%
São Paulo - Economistas de instituições financeiras elevaram pela segunda vez seguida a projeção para a Selic em 2015, para 11,88 por cento na mediana das estimativas, contra 11,38 por cento, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira. Para este ano, a perspectiva da Selic permaneceu nos atuais 11 por cento. Em relação à inflação, os economistas consultados elevaram a estimativa de alta do IPCA neste ano a 6,32 por cento contra 6,31 por cento no levantamento anterior, e mantiveram a conta para 2015 em 6,30 por cento. O Focus mostrou ainda que a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014 passou a 0,24 por cento neste ano, 19ª semana de queda, contra 0,29 por cento. Para 2015 a projeção caiu 0,01 ponto percentual, a 1 por cento. Segundo o levantamento, os economistas elevaram sua projeção para o dólar neste ano a 2,40 reais, sobre 2,35 reais anteriormente. Para 2015 a estimativa também subiu, a 2,50 reais sobre 2,45 reais.
Essas projeções foram enviadas pelos economistas ao BC até sexta-feira, antes do primeiro turno das eleições presidenciais em que o candidato do PSDB, Aécio Neves, garantiu uma vaga na segunda etapa da disputa junto com a presidente Dilma Rousseff (PT).

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/economistas-elevam-projecao-para-selic-em-2015-a-11-88

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Sobras de 4G não serão vendidas em 2015, diz Anatel.

Presidente da agência afastou hipótese de oferecer lotes que restaram nesta semana no leilão de "sobras" de radiofrequências previsto para 2015

Estadão Conteúdo

BRASÍLIA - O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, rechaçou nesta quinta-feira, 2, que os lotes do leilão de 4G na faixa de 700 megahertz (MHz) que micaram na disputa desta semana já possam ser ofertados no leilão de "sobras" de radiofrequências que o órgão regulador pretende realizar até a metade do próximo ano. "Ainda é muito cedo para se oferecer essa frequência novamente", afirmou.

No começo de setembro, Rezende adiantou que o governo vai leiloar, até julho de 2015, novas sobras de frequências que poderão ser usadas para a oferta de qualquer serviço de telecomunicações, incluindo banda larga móvel e TV. De acordo com ele, serão ofertados lotes nas faixas de 1,8 gigahertz (GHz), 2,5 GHz e 3,5 GHz.

De acordo com o presidente da Anatel, o Lote 4 do leilão de 700 MHz, que não foi vendido esta semana, não custará menos que R$ 2,7 bilhões quando for novamente licitado. O valor corresponde ao preço mínimo de R$ 1,893 bilhão mais os R$ 887,5 milhões que o vencedor do lote teria como obrigação para a "limpeza da faixa" hoje ocupada pelos radiodifusores. "Um novo leilão pode até ocorrer antes da limpeza completa da faixa, mas o gasto com o processo já está garantido pelos vencedores do leilão desta semana", explicou Rezende.

Claro, TIM e Telefônica/Vivo adquiriram lotes nacionais de 4G em 700 MHz na última terça-feira, em um leilão sem disputa e com ágio próximo de zero. A Algar Telecom comprou o lote regional referente a sua área de concessão. Como a Oi e a Sercomtel não participaram do certame, os lotes 4 (de abrangência quase nacional) e 6 (área da Sercomtel, no Paraná) não foram vendidos.


http://www.dci.com.br/servicos/sobras-de-4g-nao-serao-vendidas-em-2015,-diz-anatel-id418651.html

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Produção industrial no Brasil sobe 0,7% em agosto.

Produção recuou 5,4% sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira.

REUTERS

Indústria petroquímica
Indústria: expectativa em pesquisa era de que a produção subiria 0,10% em agosto na comparação com julho
São Paulo - A produção industrial brasileira avançou 0,7 por cento em agosto frente a julho, mas recuou 5,4 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. A expectativa em pesquisa da Reuters era de que a produção industrial subiria 0,10 por cento em agosto na comparação com julho na mediana de 25 projeções, com as estimativas variando de queda de 0,60 por cento a alta de 0,70 por cento. Na comparação anual, a estimativa era de queda de 5,70 por cento na mediana de 18 projeções, que foram de recuo de 6,50 a 4,80 por cento

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/producao-industrial-no-brasil-sobe-0-7-em-agosto

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Inadimplência de empresas avança. 

O número de empresas inadimplentes voltou a crescer em agosto. Segundo indicador calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL, a quantidade de empresas com contas em atraso registrou alta de 7,64% em relação a agosto de 2013.

A variação foi levemente superior à apresentada em julho deste ano, quando o crescimento observado fora de 7,11%. O resultado de agosto representa o quinto mês consecutivo com alta superior ao patamar de 7% e foi puxada, principalmente, pelas empresas do ramo de serviços, que apresentaram alta de 10,76%.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o aumento da inadimplência das empresas é reflexo do atual cenário de crescimento econômico em desaceleração, que aliado à manutenção dos juros em patamares elevados e à inflação no teto da meta cria dificuldades relacionadas ao pagamento das dívidas. "Além disso, a piora da confiança do consumidor e o crescimento da inadimplência da pessoa física também são fatores que influenciam a deterioração da capacidade de pagamento das empresas", destaca. Já na passagem de julho para agosto, os dados do SPC Brasil mostram que houve uma ligeira desaceleração no crescimento de empresas inadimplentes, passando de 0,37% para 0,26%.

Setor econômico e região

A abertura do indicador por ramo da economia mostra que o setor de serviços foi quem mais contribuiu para a alta da inadimplência: neste segmento, que concentra 35,88% de todas as dívidas das pessoas jurídicas em atraso, a alta anual do número de empresas devedoras foi de 10,76%. Empresas de hospedagem e alimentação (13,46%) e transportes (10%) apresentaram as maiores variações.

Em segundo lugar ficou o segmento do comércio, com alta de 6,57% e participação de 49,64% no total de dívidas. A indústria apresentou alta de 7,77% e ocupa uma fatia de 9,84% no universo de dívidas não pagas. Já o setor da agricultura, que representa apenas 0,69% das dívidas em atraso, registrou alta de 4,39% no número de inadimplentes. Para Kawauti, a significativa participação do comércio se deve ao seu crescente papel no consumo interno.

http://www.dci.com.br/financas/inadimplencia-de-empresas-avanca-id416964.html